
Depois da queda, todo mundo repara,
Todo mundo aponta os dedos, todos questionam,
Eu Não roubei, nem matei!
E daí se eu cair nessa esquina,
Não liguem pra mim,
Vou me Erguer de uma maneira mais forte agora.
Força nas mãos, forças no coração.
Nos Olhos pura pressão,
No sangue a fervecência do Ódio,
Na Historia mais um inimigo da enganação.
Não reparem no meu rosto,
O Amor quase que me mata. Não me Olhem,
não enxuguem as minhas lagrimas!
Agora sou forte pra suportar a próxima queda.
Um sonho que foi embora, um desejo que sumiu rapidamente,
Pra quer eu queria toda aquela fraqueza?
A Queda foi rápida, e as Lagrimas também.
A rua da vida Ficou vazia por alguns segundos,
Mas depois de dois passos...
A queda permaneceu juntamente com a tristeza naquele lugar,
Naquela esquina. Andei bem rápido, firme e forte,
O Sonho que não chegou a ser um sonho,
Mas que lá na frente vai voltar a insistir...
E quando chegar eu sei que a tristeza vai ser menor.
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