sexta-feira, 30 de abril de 2010

Minha fraqueza .


Minha Puta, minha Prostituta,
Minha rapariga bem vestida.
Forte como um vento, Fraca como uma pedra maquiada.
Lagrimas de vidro, Sangue maciço!
Voz atenuadora, Sorriso doce. Desfilava nas ruas...
Nas Calçadas... Na Lama; na Água; no fogo; nas Alturas!
Mão Solta estava a Furar os meus Olhos. Parada Leve!
Virada Sexy e... Cretina! Virava meu rosto. Cocaína!
Deixava-me no vicio, Me fixava, me empurrava pra cima,
Me seguia até eu cair, Até eu chegar à cama, ao Banheiro...
ao Muro, em tudo que fosse lugar, Sempre me Fascinou, Donzela.
Me levava pra esquina e... Me fazia delirar. Safada! -
Sempre soube que você era dissimulada, Você não precisa de créditos,
precisa da minha companhia -. Eu sentia! Ela fazia me excitar com o começo do meu Pensamento, Esperava o intervalo chegar... Pra me jogar na ladeira da safadeza...
Da vontade! Do Beijo! Do sexo. Me fazia sentir o toque da pele, da dose da excitação nas veias... Querida! Eu não sou fraco, só não só mais forte que ela.
Só não posso parar uma coisa que me pega Brutalmente,
Que me dopa apenas com as Partes. Permita-me lhe apresentar,
Pois ela já me cutuca por todos os lados, e antes que tudo comece de novo...
Ela é Minha Fraqueza!

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